Yôga com responsabilidade
mafrayoga November 23rd, 2008
Os kriyás são ferramentas tradicionais de purificação do Yôga antigo. O nauli kriyá (massageamento abdominal), o tratáka (exercícios para os olhos) e o kapalabháti (respiração para limpeza das narinas) são os kriyás secos que fazemos em nossas aulas regulares.
Os chamados kriyás úmidos, feitos com água, são deixados para cursos, workshopsJá e exigem atenção redobrada e a presença de um instrutor formado. Dentre eles temos o:
jála nêti - limpeza das narinas com água;
jalá dhauti (lavagem estomacal) - ingere-se dois copos de agua com sal, faz-se nauli e depois essa agua é espelida pela boca;
Além desses há muitos outros, sendo o mais tradicional o shanka prakshalana. Ele consite em uma auto-lavagem do trato digestivo e intestinal. Ingere-se água, faz-se os execícios para conduzir esta agua para os intestinos e depois essa água é naturalente evacuada. Todo o processo utiliza no máximo 3 litros de água com sal. Caso o praticante já tenha tomado mais de um litro e a água não tenha sido expelida o praticante deve interromper o exercício imediatamente.
Todos essas técnicas exigem atenção e bom senso. O caso noticiado pela imprensa nos deixa triste, pois suja a imagem de uma filosofia tão nobre e também todos aqueles que ensinam algo sério e coerente com as tradições antigas do Yôga.
A regra é simples: não inventar nada. O instrutor deve ter um monitor e um supervisor, além de revalidar anualmente o seu certificado na Federação de seu estado anualmente. Ele tem assim uma poderosa malha de proteção para o próprio instrutor e aluno.
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Notícia do lançamento do DVD de Fernanda Lima
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